O nada que pode ser tudo
O ritmo não se mede
pela celeridade
mas pela cumplicidade.
Na escrita me perco,
exploro nichos secretos,
desvendo sigilos que sussurram.
Às vezes, um paradoxo dança
entre camadas infinitas,
pedindo absorção, pedindo alquimia.
Não há certeza,
mas algo se transforma:
e o nada se veste de tudo.
E descubro, na minha carroça,
asas escondidas, entre tábuas gastas,
prontas para voar.
© Piedade Araújo Sol 2026-
Imagem : Adram Brid (Modelo Rosie Hardy)
Etiquetas: Direitos de autor, Piedade Araújo Sol, poesia


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