A metáfora estendeu-se
completamente desnuda
ao lado do poema
e velou de tule
a paixão envergonhada.
Tecida pelo calor da tarde
e pela brisa,
as cortinas rodopiavam
nas janelas entreabertas.
E quando o fogo se acendeu,
os corpos em êxtase
escreveram o amor
em todos os sonhos do Poeta.
Autor : ©Piedade Araújo Sol 2026-09-14
Imagem :Erik Johansson

E os sonhos abrem novos caminhos e desejos.
ResponderEliminarBeijos e abraços
Marta
Boa tarde, Pity.
ResponderEliminarSublime poema sensível, que celebra o desejo com suavidade, revelando o amor como uma entrega íntima e luminosa.
Um poema muito a meu agrado.
Beijinho e ótima semana, Pity.😘
Olá, passei para dar uma olhada e gostei muito do que vi e li. Um abraço, paz e bem
ResponderEliminarSubtilodades poéticas
ResponderEliminar🙂
Lindo desnudar-se da poesia na arte da criação onde fervilham os desejos ocultos nesta efervescencia, que tao bem os poetas traduzem com palavras magicas, metáforas perfeita.
ResponderEliminarBelíssimo poema amiga.
Bjs.
Escrever o amor... tantos a buscar a maneira de o escrever e não há nada definitivo e incontestável.
ResponderEliminarOlá querida Piedade! Um poema de uma delicadeza e sensualidade ímpares. Muito belo! Abraços! 🤗
ResponderEliminarNunca soube fazer análise técnica de um poema (métrica, rimas, estrofes) passa-me ao lado.
ResponderEliminarPara mim tem de me tocar, agarrar e fazer querer ficar.
Aqui acontece sempre.
Adorei.
Belo, leve e cheio de (tanto)
Abraço e brisas doces ***