terça-feira, 16 de julho de 2019

Não insistas


Não insistas

Fecha os olhos
volta a abrir
verás…

Está tudo
no espelho...

© Piedade Araújo Sol
(feito em 06 Dezembro, 2005 como comentário)
Imagem: marta-bevacqua

9 Comentários:

Blogger Cidália Ferreira disse...

Amei!

"Melancolia" ...
Beijos e uma excelente tarde.

terça-feira, 16 julho, 2019  
Blogger Larissa Santos disse...

Excelente, como sempre!

Hoje:- Afastam-se as nuvens do céu azul.

Bjos
Votos de uma óptima Quarta - Feira.

quarta-feira, 17 julho, 2019  
Blogger Majo Dutra disse...

Nem precisa de assinatura...
Curto e eloquente.
Beijinhos
~~~~

quarta-feira, 17 julho, 2019  
Blogger manuela baptista disse...

e do outro lado dele também


mas não insistimos, não


um abraço, Piedade

sexta-feira, 19 julho, 2019  
Blogger Roselia Bezerra disse...

Boa noite de muita paz, querida amiga Piedade!
Nao conhecia este maravilhoso blog.
Uma mensagem dita de forma suscinta, mas muito profunda.
Tenha um Domingo abencoado!
Bjm carinhoso e fraterno de paz e bem

domingo, 21 julho, 2019  
Blogger JLynce disse...

Por vezes nem com os olhos abertos conseguimos ver...

domingo, 21 julho, 2019  
Blogger Graça Pires disse...

O espelho devolve-nos tudo o que temos de frágil. Não vale a pena insistir…
Muito belo Piedade!
Uma boa semana.
Um beijo.

segunda-feira, 22 julho, 2019  
Blogger Agostinho disse...

Estive aqui, terça, comentei mas sei que se perdeu por capricho têxtil.

A magna questão do espelho, do tempo e do retrato devolvido a cada um que o enfrenta, a cada um que olha para si. (É fácil olhar para os outros ou para o que está longe).
A aceitação do reflexo pode ser traumática ou não, depende dos olhos que há na cabeça.
Não adianta negar a verdade dos traços, das linhas, da geografia que nós próprios traçámos dia a dia, desde que nascemos, em nós.
O espelho dá-nos apenas o passado. O futuro não existe, nem na bola de cristal. Contudo, cada dia que se acrescenta mostra-se e semelhante ao rosto que vem do passado. É provável.
O teu curto poema tem a virtude de nos abrir para uma realidade dura - a da nossa mortalidade e o medo de nos encontrarmos com o eu profundo.
Bj.

segunda-feira, 22 julho, 2019  
Blogger Humberto Maranduva disse...

Sim, está tudo no espelho onde, sem querer, nos projectamos em alter egos fantásticos.
Outro poema muito bem conseguido.
(...)
Mas na fuga cismada dos caminhos
fechados em redor do pensamento
ao pensar soletrar um alter ego

só lemos em espelho os desalinhos
que nos cindem no furto do momento
na razão virtual de quem é cego

Nota: estas são as estrofes finais de um poema que julgo... julgo parecido.
Abraço

terça-feira, 06 agosto, 2019  

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