Quando o Mundo Dói em Mim
Hoje ___ o dia acordou-me
com o peso dos outros,
até o céu ___ em tons de cinza
se desfaz ___em flocos de silêncio.
Tento distrair o olhar
___ inábil___ pincelar cor
no que resiste ao gesto
mas a imaginação ___insiste.
Talvez ___ num tempo breve
as rosas em botão___ se abram
e o seu aroma ___embriague o mundo
até que a ferida ___desaprenda a doer.
Que o abismo _____ se renda ao chão
e a noite ____ desnude o frio
em véus de cetim____para que possamos registar
na pele do momento:
Esperança
Perdão
Paz
©Piedade Araújo Sol 2026-04-13
Imagem : Laura Makabresku
Etiquetas: Direitos de autor, Piedade Araújo Sol, poesia


8 Comentários:
Assim como aquelas noites traiçoeiras, onde o cinza se perpetua nos olhos cheios de promessas esquecidass, de sonhos esmagados. Noites que a alma foge do corpo e pousa quando depara com a Esperança, o perdão para ficar na paz.
Muito bonita poesia Piedade.
Bjs e paz numa feliz semana colorida.
Há noites e dias em que tudo é pesado...escuro sem brechas de luz...
Mas essa brecha existe...basta manter a esperança.
Beijos e abraços
Marta
Infelizmente ,há dias nos quais assim nos sentimos diante de tudo que vemos no mundo acontecer! Nesses e nos demais, ansiamos mais e mais pela PAZ! beijos, chica
Bello poema. Te mando un beso.
A poesia alimenta a nossa espiritualidade, precisamos disso.
Um abraço.
Olá, amiga Piedade, na segunda leitura que fiz nesse seu belíssimo poema, QUANDO O MUNDO DÓI EM MIM, senti o prazer renovado da leitura e o enlevo do tema e o seu desenvolvimento poético.
Meus parabéns pela excelente obra, o que é comum no seu versejar.
Votos de uma excelente semana, com saúde e paz.
Meu abraço daqui de Porto Alegre.
Versos profundos que tocam a alma. Sensibilidade pura em cada palavra escrita com paz e esperança transformadas em arte! Parabéns pela beleza dessa composição!
Muito bonita renda. São pontos e vazios, Piedade Sol, palavras com espaço para respirar.
Esperançoso, ressalta neste olhar
a pausa. À espreita...
Apelo
ao conserto do ego e do mundo
Implícita a simbiose na plasticidade
da argila do pensamento poético da Poeta
e o pincelar da imaginação do leitor
Neste exercício de liberdade o silêncio
decide o vislumbre da Paz(?)
(Esperança perdão Paz)
Bj.
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